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A participação dos pais no início das aulas


A participação dos pais na organização da vida escolar pode resultar num ano de sucesso.
Quando um casal tem filhos que já estão na escola, sem querer voltam a ter contato com esse mundo. Mesmo estando muito tempo sem estudar, eles passam a vivenciar novamente os eventos provenientes do ambiente escolar, especialmente no início das aulas, período em que acompanham os filhos mais efetivamente. Com o intuito de dinamizar, organizar e facilitar o ingresso no ano letivo, a seguir algumas dicas para essa época de volta às aulas que poderão valer também para o decorrer do ano:

• Incentivar as crianças a acordar mais cedo alguns dias antes das aulas começarem, para que se adéquem à realidade que lhes espera. Isso porque crianças e adolescentes tendem a dormir até mais tarde em períodos de férias.


• Orientar o filho na organização preliminar dos objetos que serão usados no dia seguinte, tais como: canetas, livros, cadernos, agendas, além de todas as peças do uniforme escolar. Isso pode evitar contratempos, atrasos e inconvenientes, como ter que voltar em casa para buscar algo esquecido (trabalhos, objetos, lanche, entre outros).


• Motivar aqueles alunos que temem o retorno à escola, isso ocorre na maioria dos casos com crianças pequenas. O melhor é dizer que na escola têm brincadeiras, colegas, além disso, deixe que ele escolha os materiais no ato da compra, isso com intuito de envolvê-lo e incentivá-lo.


• Estipular um tempo para todas as atividades, como descanso, videogame, estudar, assistir televisão, praticar esportes e demais atividades. A implantação de horários promove a disciplina da criança, que mais tarde se tornará um adulto organizado e responsável.


• Ajudar nos trabalhos e atividades de casa, a participação dos pais é fundamental para a realização das mesmas, tendo em vista que os alunos adiam ao máximo, muitas vezes ficam sem fazer. Lembrando aos pais que devem orientá-los durante as atividades, no entanto, sem fazer para o filho.
Por Eduardo de Freitas
Equipe Brasil Escola

Gif de planta


Os primeiros dias dos pequenos na escola!

  Quem pode minimizar os traumas?


Crianças chorando e pais ansiosos. Esse é o cenário que se vê todo início de ano nas portas de creches e pré-escolas. O momento é tenso para eles e também para o professor, que, sem a exata compreensão sobre o que se passa com os pequenos, tenta a qualquer custo fazer com que eles se sintam à vontade no novo ambiente. Para o coordenador pedagógico, as últimas semanas do ano ou a primeira antes do início das aulas são momentos ideais para ajudar a equipe a se preparar para essas situações. Um bom caminho é, nas reuniões de formação, promover discussões para derrubar alguns mitos que rondam o período de adaptação. Por isso, elegemos cinco ideias que caíram no senso comum e certamente estão na cabeça dos professores para que se tornem pauta dos encontros. Com as informações sobre os mitos que estão a seguir, será possível desconstruí-los, mostrando o que acontece com as crianças. Dessa forma, os professores terão mais segurança ao agir e certamente terão mais sucesso na integração da criança à escola sem traumas. Débora Rana, coordenadora pedagógica da Escola Projeto Vida, em São Paulo, explica que, ao sair do ambiente familiar, a criança aos poucos deixa a fase de anomia, que é o desconhecimento das regras sociais, e passa para a heteronomia, ou seja, começa a reconhecer as normas de convívio, mas ainda não as incorpora. A adaptação, portanto, nada mais é do que uma passagem bem marcada da primeira para a segunda fase. "O processo é demorado e somente ao longo da vida ela chega à autonomia, tornando-se responsável pelos seus atos." Já para os pais, o momento é mesmo de nervosismo e apreensão: "Eles ainda não têm total confiança na escola e precisam de informações para se sentirem seguros", afirma Cisele Ortiz, formadora do Instituto Avisa Lá, em São Paulo. É preciso saber lidar com os familiares, pois eles são importantes no processo de aprendizagem. Cabe ao coordenador pedagógico intermediar a relação entre a escola e os pais, suprindo-os com os dados necessários sobre a rotina e a interação dos filhos com as propostas pedagógicas.

Mito 1:
Criança que não compartilha brinquedos não está adaptada.
 
"Você tem de dividir o brinquedo com seu amiguinho." "Isso não é seu, empreste para ele." Frases como essas são comuns em uma sala de Educação Infantil. Para a criança, muitas vezes, elas podem soar como uma ordem, uma obrigação, causando choro e recusa. "Aos olhos dos adultos, a negação da criança em dividir é vista como egoísmo", esclarece Débora Rana. Criar uma situação ameaçadora, aumentando o tom de voz ou sugerindo uma punição caso a criança não divida ou colabore com um colega, não é o caminho. O que acontece Nos primeiros anos de vida, a criança encontra-se num momento autocentrado do seu desenvolvimento e desconhece as regras de convivência social. A compreensão do sentido e do prazer de compartilhar virá posteriormente, depois de um processo mais amplo de reconhecimento do outro. 
 
Como orientar os professores 
 
Nas reuniões de formação, leve referências teóricas sobre as fases de desenvolvimento das crianças e seus comportamentos, como os estudos do educador francês Jean Piaget (1896-1980). O trabalho com estratégias de partilha e colaboração pode ser facilitado se o professor for orientado a montar em sala grupos menores, com duas ou três crianças, e a promover combinados - como o de que a criança pode ficar com um brinquedo por certo tempo, mas que depois deve cedê-lo ao colega. Agir de maneira firme e ao mesmo tempo acolhedora, a fim de mediar os conflitos e não negá-los ou resolvê-los de forma impositiva, é outra dica. Na hora do impasse, o ideal é expor o conflito e descrever para a criança as consequências de querer o objeto só para ela. Além disso, incentivar que elas verbalizem o que estão sentindo e encontrem soluções em conjunto ajuda no processo de mudança de atitude.



Mito 2:
Criança adaptada é extrovertida e participativa.

Durante uma brincadeira de roda, a turma está toda junta, cantando. Apenas uma criança olha para o teto, cantarola baixinho alguns versos e não interage com as outras. A professora chama a atenção: "Cante mais alto! Você está triste? Por que nunca participa?" Certamente, quem age assim pensa que está incentivando a interação. Contudo, pode ocorrer o efeito contrário. "O mais adequado é se perguntar qual estratégia seria melhor para que a criança responda às atividades", diz Ana Paula Yasbek, coordenadora pedagógica do Espaço da Vila, em São Paulo. Elogiar apenas os alunos mais participativos aprofunda o sentimento de não-pertencimento. O que acontece Existem as crianças extrovertidas, como também as tímidas. O respeito à personalidade de cada uma é essencial para o processo de adaptação e o direito à timidez precisa ser assegurado.

Como orientar os professores 
 
As estratégias para integrar as crianças devem ser procuradas pelo conjunto de educadores - e, certamente, com a ajuda dos pais. Para tanto, uma entrevista do coordenador pedagógico com os familiares sobre as preferências dos filhos é fundamental. Esse material será cruzado, durante a formação, com os registros de classe, relatórios de adaptação e portfólios. O que está sendo proposto atende às necessidades da criança? É possível também fazer visitas à sala ou gravar vídeos para perceber as práticas que funcionam melhor para cada criança e para o grupo. 
 
 

Mito 3:
Na Educação Infantil, todos precisam ser amigos.
 
"Que coisa feia! Dá a mão para o seu colega." Fazer com que as crianças se tornem amigas não é tarefa da escola, mas ensinar a conviver é um conteúdo imprescindível na Educação Infantil. Nem crianças nem adultos são amigos de todas as pessoas que conhecem e não por isso a convivência pessoal ou profissional é inviável. O papel do professor é incentivar e valorizar o que as crianças têm em comum. A escolha sobre com quem elas desejam ter uma relação mais próxima é absolutamente dela. O que acontece No período de adaptação, primeiro há a criação do vínculo para que o trabalho escolar aconteça. Ele deve estar baseado no respeito entre as crianças e entre elas e os professores. Aos poucos - e naturalmente -, a afetividade vai sendo construída baseada nas afinidades dentro do grupo.

Como orientar os professores 
 
Os educadores devem intervir apenas quando a amizade prejudica a participação nas atividades (por exemplo, quando uma criança só quer ficar com alguns colegas e se isola do coletivo). A professora precisa ser orientada a desenvolver um olhar atento sobre as situações ideais para explorar os gostos comuns em favor da aprendizagem. Nos encontros de formação, invista na criação de oportunidades para que os pequenos se apresentem e falem dos seus objetos preferidos e discuta as situações reais que acontecem em sala. 
 

Mito 4:
Quando estão integrados ao grupo, os pequenos não choram mais.
Basta chegar à escola que as lágrimas aparecem. Se a mãe vai embora, elas aumentam. Na hora de brincar, de comer, de ler, choro. Muitos professores ficam desesperados e tentam distrair a criança mostrando imagens ou arrastando-a para um canto com brinquedos. Um engano, pois essa atitude pode atingir o objetivo imediato - que é acabar com o choro -, mas não resolve o problema. O que acontece "Essa manifestação é apenas um sintoma do desconforto da criança", afirma Débora Rana. Interpretar esse e outros sinais - como inapetência e doenças constantes - é fundamental durante a adaptação. O que eles significam? Por outro lado, a ausência do choro não quer dizer que a criança está necessariamente se sentindo bem: o silêncio absoluto pode ser um indicador de sofrimento.

Como orientar os professores 
 
Uma criança que passa longos períodos chorando necessita de acompanhamento mais próximo. Na falta de auxiliares, ele pode ser feito pelo próprio coordenador até a criança se sentir mais segura. Ajuda também ter um plano para receber bem as crianças na primeira semana de aula. O uso de tintas, água e brincadeiras coletivas variadas é um exemplo de práticas atraentes que ajudam os pequenos a se interessar pelo novo espaço. Fazer com os professores uma orientação programada para que as crianças tragam objetos de casa - como fraldas, panos e brinquedos, que vão sendo retirados paulatinamente - auxilia a reduzir a insegurança. 
 

Mito 5:
A presença dos pais nos primeiros dias só atrapalha a adaptação.
Na porta da sala, uma dezena de pais se acotovela querendo ver os filhos em atividade. A cena, pesadelo para muitos professores de Educação Infantil, que não sabem se dão atenção às crianças ou aos adultos, é representativa de um elemento essencial para que a adaptação aconteça bem: a boa integração entre a família e a escola, que deve acontecer desde o começo do relacionamento. O que acontece Nem todo pai ou mãe conhece as fases de desenvolvimento da criança e as estratégias pedagógicas usadas durante a adaptação. Eles têm direito de ser informados e essa troca é fundamental na transição dos pequenos do ambiente doméstico para o escolar. A ansiedade dos pais vai diminuir à medida que a confiança na escola aumenta - e isso só acontece quando há informações precisas sobre a trajetória dos pequenos.
 
 
Como ajudar os professores 

É função do coordenador pedagógico acolher as famílias, fazer entrevistas para conhecer a rotina da criança e explicar o funcionamento e a proposta pedagógica da escola, além de estabelecer um combinado sobre a permanência dos pais na unidade durante a adaptação. Criar juntamente com os professores um guia de orientação para eles com dicas simples - como conversar com a criança sobre a ida à escola, a importância de levá-la até a sala e de chegar cedo para evitar tumulto - pode evitar problemas. Além disso, desenvolver um relatório de distribuição periódica, com informações sobre os progressos na aprendizagem e na socialização das crianças ajuda a aplacar a ansiedade dos pais.
 


Adaptação e Acolhimento

Um cuidado inerente ao projeto educativo da instituição e um indicador de qualidade do serviço prestado pela instituição.

Cisele Ortiz


Pretendo neste texto propor algumas reflexões sobre o processo de entrada da criança na escola de Educação Infantil. O acolhimento do ponto de vista das crianças, das famílias e da instituição, tendo como foco o planejamento do processo de acolhimento.
Tratar deste tema se justifica por algumas razões advindas da experiência:

Primeira razão, nos processos de formação de professores muitas vezes nos deparamos com situação de conflito entre profissionais e famílias que se forem investigadas com maior atenção são reveladoras de problemas mal resolvidos desde a entrada da criança na escola.

Segunda, quando questionamos a organização dos grupos infantis, normalmente há uma queixa muito grande de que as crianças estão eternamente em adaptação. Uma boa parte das escolas seja pública ou privada, costuma privilegiar a quantidade de vagas a serem preenchidas em detrimento da relação que se estabelece entre as pessoas, mudando as crianças de grupo com muita freqüência diante dos indicadores de desenvolvimento: sentar, engatinhar, andar, tirar fraldas... dentro deste tópico podemos ressaltar também o excesso de crianças em um grupo, desrespeitando o tamanho máximo dos grupos e proporção adulto/criança Considero esses aspectos como são fatores que interferem num bom acolhimento.

Terceira, os professores vivenciam o choro das crianças durante muito tempo, todos os dias, quem vê de fora pensa que eles já se acostumaram, mas não se acostumaram não com o nível de ruído, de estresse, etc... Sentem-se cobrados e observados caso a adaptação demore para acontecer, gerando ansiedade e instabilidade.

Quarta, inexiste o planejamento institucional da acolhida: Essa prática, embora comum, não está de todo disseminada na educação, principalmente nas escolas públicas e creches que atendem a população de baixa renda. Parecem existir ainda resistências em se planejar uma boa acolhida. Podemos inferir que há por trás disso a idéia de que é um “luxo” destinado aos ricos, pois a criança pobre não precisa deste cuidado, na medida em que mães e crianças de baixa renda já estão acostumadas a sofrer, de que qualquer lugar do mundo é melhor do que suas casas, e que quem precisa do serviço deve se submeter sem atrapalhar muito. Se se constatam problemas eles são considerados como uma “frescura” da criança ou excesso de mimo da mãe. Este preconceito na verdade revela uma concepção assistencialista, no qual a educação do pobre é vista como um favor.

Adaptação e política : o direito a um acolhimento com qualidade.
“A educação infantil inaugura a educação da pessoa. Essa educação se dá na família, na comunidade e nas instituições. As instituições de educação infantil vêm se tornando cada vez mais necessárias, como complementares à ação da família, o que já foi afirmado pelo mais importante documento internacional de educação deste século, a Declaração Mundial de Educação para Todos (Jomtien, Tailândia, 1990)” referendado no. PNE do Brasil de 2002.
O fato é de a escola de educação infantil já há 15 anos desde de 1988 é direito da criança e opção da família. Constituição, ECA e LDB reforçam a idéia deste direito.


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O texto é muito longo, por isso quem tiver interesse  clique e leia na íntegra, pois para postar ficaria muito comprido.



Dinâmicas para o Primeiro Dia de Aula




OBJETIVO GERAL: Facilitar o entrosamento, despertar a cordialidade e espontaneidade.


OBJETIVO ESPECÍFICO: Atividade inicial para promover aproximação entre os colegas, ou entre eles e crianças novas, no primeiro dia do ano em que se encontram.

COMO JOGAR:


- Peça que todos se levantem e caminhem pelo espaço. Avise que você vai dar um sinal (pode ser uma palma ou apito) e, quando o ouvir, cada um deverá parar diante de um colega, trocar um olhar e acenar com um "tchauzinho". Quem não conseguir um par para fazer isto irá sentar-se no chão.- A brincadeira recomeça. Todos voltam a caminhar pelo espaço, pois ninguém fica de fora, neste jogo. Só que agora a regra é outra: ao ouvir o sinal, todos vão parar diante de duas pessoas (nenhuma pode ser a mesma de antes), trocar um olhar e perguntar os seus nomes. Quem não conseguir, vai sentar-se no chão.


- Agora, vamos parar e segurar a mão de três pessoas, que não sejam as mesmas das etapas anteriores.

- Em seguida, vamos dar um forte abraço em quatro pessoas...- Para terminar, todos vão cumprimentar quem ainda não cumprimentaram e voltar aos seus lugares.





As Dinâmicas de Integração



Excelentes para os primeiros dias de aula e têm como objetivo:
- que os participantes se apresentem;
- que memorizem os respectivos nomes;
- que iniciem um relacionamento amistoso;
- que se desfaçam as inibições;
- que falem de suas expectativas.

1) Eu sou... e você, quem é?

Formar uma roda, tomando o cuidado de verificar se todas as pessoas estão sendo vistas pelos demais colegas. Combinar com o grupo para que lado a roda irá girar. O educador inicia a atividade se apresentando e passa para outro. Por exemplo: "Eu sou João, e você, quem é?" "Eu sou Márcia, e você, quem é?" "Eu sou Lívia, e você quem é?"
A dinâmica pode ser feita com o grupo sentado sem a roda girar.


2) Apresentante

Material Necessário: Objetos diversos (xale, óculos, chapéu, colares etc.)Propor aos participantes apresentarem-se, individualmente, de forma criativa. Deverá ser oferecido todo tipo de objetos para que eles possam criar dentro da vontade de cada um.


3) Alô, alô!


Formar uma grande roda com todos os participantes e pedir que cada um se apresente de forma cantada com a seguinte frase: "Sou eu fulano, que vim para ficar; sou eu, fulano, que vim participar." É importante que cada um fale o seu nome, pois este simples exercício trabalha a auto-estima.


4) Procurando um coração...


Material Necessário: Corações de cartolina cortados em duas partes de forma que uma delas se encaixe na outra. Cada coração só poderá encaixar em uma única metade.
Distribuir os corações já divididos de forma aleatória. Informar que ao ouvirem uma música caminharão pela sala em busca de seu par. Quando todos encontrarem seus pares, o educador irá parar a música e orientar para que os participantes conversem.


5) Abraçando amigos

Formar uma grande roda. Colocar bem baixinho uma música agradável. Informar que o grupo deverá estar atento à ordem dada para executá-la atentamente. Exemplo: "Abraço de três" e todos começam a se abraçar em grupo de três; "abraço de cinco", "abraço de um", "abraço de todo mundo." É importante que o educador esteja atento para que todos participem.


6) Quando estiver...


Com o grupo em círculo, o primeiro a participar começa com uma frase.
Exemplo: "Durante minhas férias irei para a praia..".
O segundo continua: "Quando estiver na praia farei um passeio de barco. O seguinte dirá: "Quando estiver no barco, irei..."

7) Apresentação

Propor a criação coletiva de uma história incluindo o nome de todos os participantes do grupo. Durante a narrativa, quando o nome de um participante for pronunciado, ele deve levantar-se, fazer um gesto e sentar-se de novo.
 
 
 

Cantinhos da leitura

Modelos para Cantinhos da leitura























Painéis de sapinhos

















Criando com palitos de sorvete

Ideias legais para trabalhar com a garotada durante o ano, os primeiros podemos fazer para presenteá-los no início das aulas (joaninha, flor, crianças)






















































FONTE: Picasa